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Verdades Fundamentais

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Uma igreja gloriosa

Acreditamos que Deus terminará o que Ele começou. A Igreja não é uma reflexão tardia. É o Seu propósito eterno. O Senhor disse: "Eu edificarei a minha igreja..." (Mateus 16:18). Em Efésios 4:11-13 menciona que, Deus deu "apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e professores, para equipar os santos e para edificação do corpo até que todos cheguemos à unidade da fé e à estatura completa de Cristo".

 

O Senhor está preparando uma Noiva "sem mancha ou ruga", uma Igreja gloriosa feita de cristãos poderosos e mais do que vencedores, através de quem Deus se revela a Si mesmo ao homem. O Senhor não está voltando para livrar um remanescente doente, fraco, derrotado, antes da sua destruição. As Escrituras dizem-nos que os céus conterão Jesus até à restauração de todas as coisas, as quais Deus tem falado pelos santos profetas, desde o princípio (Actos 3:21).

 

Antes da vinda do Senhor, os Seus inimigos serão primeiramente postos como escabelo dos Seus pés (Hebreus 1:13; 10:12,13; Salmos 110:1; Mateus 22:44). Deus está pondo a Sua casa em ordem, restaurando os ministérios. Está a equipar-nos para vivermos como "mais do que vencedores", não como meros sobreviventes e está aperfeiçoando (tornando-o amadurecido) o Seu Corpo para compartilhar a Sua vida, amor e poder a uma geração perversa. Os melhores dias da Igreja estão à sua frente.

 

Nós cremos que Deus aumentara a Sua luz sobre nós (a Sua Igreja) à medida que as trevas aumentam sobre a terra (Isaías 60:1,2). Através do esplendor da Sua glória revelada sobre nós, o Senhor diz que atrairá o descrente a Ele! Nós, a Igreja, somos a nação de Deus, o Seu tesouro peculiar, o Seu sacerdócio real, dados para reconciliar um mundo caído com o Deus amoroso (II Coríntios 5:18-20).

 

Uma colheita mundial

Em Actos 2:16-21, o apóstolo Pedro, recentemente cheio com o Espírito Santo, voltou-se para a multidão e explicou-lhes o que eles estavam a ver. Aquilo era o cumprimento do que havia sido falado pelo profeta Joel: "E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne..."

 

Embora o Senhor tenha vindo a acrescentar diariamente à igreja, aqueles que se hão-de salvar (Actos 2:47), historicamente tem havido tempos de um derramamento da graça divina de Deus e de reavivamento que tem abalado sociedades à volta do mundo. Deus promete que a "glória desta última casa será maior do que a da primeira" (Ageu 2:9) e que um reavivamento sem precedentes varreria a Terra antes da Sua vinda "...E toda a terra será cheia da glória do Senhor" (Números 14:21).

 

Embora muitos sinais marquem os tempos, o Senhor disse que não regressaria até que "...o Evangelho do Reino fosse pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então viria o fim" (Mateus 24:14). As Escrituras também afirmam que nos últimos dias "sobreviriam tempos trabalhosos" (II Timóteo 3:1), que "...alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demónios (I Timóteo 4:1). Mas, glória a Deus, onde o pecado abunda, superabunda a graça de Deus (Romanos 5:20).

 

À medida que Deus derrama julgamento sobre a terra e abana tudo o que pode ser abanado (Hebreus 12:25-29), a Sua igreja se levantará, brilhará e, mostrará a glória do Senhor (Isaías 60:1,2). Tal como os Hebreus estavam seguros na Arca de Noé durante o derramamento do Seu santo julgamento, assim será antes de Cristo voltar. A Igreja não se "reformará em derrota" à medida que os inimigos de Cristo (anti-Cristo) pressionam de todos os lados.

 

Não será um "grande escape" remover os santos quando a terra precisa mais de nós. Grandes reavivamentos varrerão as nações e multidões virão a Jesus nestes últimos dias. Verdadeiramente, a Sua casa será cheia (Lucas 14:23). Deus criou-nos para sermos sal e luz.

 

É claro que sinais, prodígios e maravilhas acompanharão a Igreja, à medida que o Senhor confirma a Sua Palavra. Estes não são tempos de medo e tremor para o povo de Deus. É o diabo que treme (Tiago 2:19) pois ele sabe que o seu tempo é curto (Apocalipse 12:12). O inferno é que está em problemas, não nós. Jesus está "sentado" esperando, não em pânico. Este é o tempo para a Igreja de Deus se levantar, atacar as portas do inferno e libertar os prisioneiros. As portas do inferno não prevalecerão contra nós. "A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros. Rogai pois ao Senhor da seara que mande ceifeiros para a Sua seara (colheita global)" (Mateus 9:37,38).

 

Restauração

Deus sempre desejou um lugar no qual pudesse habitar com o homem. Nos tempos antigos, Ele restringiu-se a Si mesmo a templos feitos de argamassa e pedra ou a tendas feitas de peles de animais. A presença de Deus era simbólica na Arca do Concerto e estava oculta em estruturas feitas pelas mãos dos homens. Com o rasgar do véu e ressurreição do Filho de Deus, o Senhor tem sido moldado a uma nova estrutura na qual habita – a Igreja, feita de pedras vivas (I Pedro 2:5), na qual todos nós temos agora uma parte importante.

 

A Bíblia declara: "Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?" (I Coríntios 3:16). O Senhor está agora edificando um "...edifício, bem ajustado que cresce para templo santo do Senhor" (Efésios 2:21).

 

Como membros desta igreja gloriosa e como escolhidos e chamados para a ajudar a edificar, precisamos de compreender a sua estrutura e fundamentos básicos.

 

Jesus – O Fundamento e Principal Pedra da Esquina

Precisamos reconhecer que Jesus é o fundamento e principal pedra da esquina (I Coríntios 3:11; Efésios 2:20). A Escritura declara que não devemos edificar sobre nenhum outro fundamento a não ser Jesus. Se edificarmos sobre outro fundamento, estamos a edificar sobre a areia (Lucas 6:47-49). Jesus precisa ser Senhor das nossas vidas, casamentos, relacionamentos e nossas igrejas. Se não, estamos a edificar em vão.

 

Tudo precisa passar pelo fogo do julgamento da justiça de Cristo e somente aquelas coisas feitas no Senhor permanecerão e serão galardoadas (I Coríntios 3:13-15). Se Jesus não é o Senhor absoluto, então estamos a edificar os nossos próprios pequenos reinos em vez do Seu.

 

Se Jesus não é Senhor de tudo nas nossas vidas, então Ele não é sequer Senhor, em nós. Precisamos continuar a procurar a supremacia de Cristo em tudo o que dizemos e fazemos. Não estamos centrados na igreja ou ministério. Estamos centrados em Cristo.

 

Restauração do Indivíduo

Se todo o Cristão individualmente é uma "pedra viva" na igreja de Deus, então cada pedra precisa ser forte e saudável. Se edificarmos com pedras defeituosas, como permanecerá a estrutura? Cada Cristão foi chamado para ser transformado à imagem de Cristo (II Coríntios 3:18).

 

O mesmo Espírito que levantou Jesus dos mortos está trabalhando para nos transformar em humildade, em fé, em amor e em tudo o que é o carácter de Deus. Como Cristãos, o nosso caminhar precisa ser saudável e sempre melhorando até à maturidade; tal como a Palavra declara: "Sede perfeitos como Eu sou perfeito".

 

Muitos eleitos de Deus estão satisfeitos vivendo somente de leite, quando Deus deseja alimentar-nos com carne. É verdadeiramente um processo e não somente algo que acontece de um dia para o outro. Nós precisamos estar activamente buscando (Lucas 11:9,10) e não resistindo ou extinguindo o Espírito de Deus nas nossas vidas. A nossa comida deve ser, fazer a vontade do Pai (João 4:34). Em Cristo, tem-nos sido restaurado muito mais do que perdemos em Adão.

 

Restauração da Família

Deus, como Pai, está edificando uma família mundial (a igreja). A família é a viga, não somente da igreja, mas de toda a sociedade. A Palavra de Deus repetidamente menciona a importância de uma família com relacionamentos saudáveis e verdadeira unidade.

 

Efésios 4 e 5 falam-nos da ordem de Deus no lar, da submissão e amor, do respeito e paciência. Nestes "últimos dias" poderosas forças satânicas estão em acção para abanar e destruir este aspecto vital e importante da igreja viva de Deus. Papéis trocados, filhos rebeldes, problemas sexuais, são alguns dos ardis do diabo (Efésios 6:11). Os santos de Deus precisam estar alerta em relação ao plano de Deus para a família e dos enganos de satanás para parar esse plano. Vamo-nos unir com o Espírito de Deus na edificação de famílias fortes, no Senhor. Vamos declarar como Josué declarou: "...porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor" (Josué 24:15).

 

Restauração de Relacionamentos de Aliança

Relacionamentos de aliança são o próximo passo na edificação da casa de Deus. As Escrituras mencionam: "Onde dois ou três estiverem reunidos em meu Nome, aí estarei eu no meio deles". À medida que estudamos os registos da igreja neo-testamentária, vemos que os santos não cessaram de se juntar nos templos e de casa em casa (Actos 2:41-47; 5:42).

 

Numa congregação local, independentemente do tamanho, torna-se quase impossível caminhar numa entrega e relacionamentos chegados com todos os membros. Contudo, é possível ter grupos de famílias e amigos caminhando em laços profundos de confiança e prestação de contas dentro de uma congregação. Isto não são facções de Cristãos, mas pequenos grupos de crentes com vidas transparentes que se corrigem, exortam e se incitam mutuamente na corrida espiritual que todos precisam correr (Hebreus 12:1,2).

 

Muitos, na realidade, não se têm aberto a si próprios, para os outros, deste modo. Caminhar de forma chegada com irmãos e irmãs pode, por vezes, ser difícil, mas não faltarão oportunidades ou situações em que o orgulho, egoísmo e outras impurezas virão à superfície mostrando a necessidade de limpeza. Muitos evitam relacionamentos chegados com outros porque não podem apresentar razões para comportamentos não escriturísticos. Eles sabem que mais cedo ou mais tarde, as suas vidas se tornarão suficientemente transparentes, tornando assim possível, que os outros vejam o seu conteúdo.

 

A Igreja Local

"E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam as suas propriedades e fazendas, e repartiam com todos, segundo cada um necessitasse. E, perseverando unânimes, todos os dias, no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração" (Actos 2:44-46).

 

A igreja primitiva não só se encontrava de casa em casa, mas também corporativamente. Estas reuniões congregacionais, permitiam que as dinâmicas do ministério corpóreo funcionassem dentro da igreja, sob a supervisão dos presbíteros e equipas ministeriais (Efésios 4:11). Todo o corpo "convenientemente ajustado" e todo o membro cumprindo a sua parte, permite ao corpo edificar-se a si mesmo e crescer em amor (Efésios 4:16).

 

O governo da igreja local dá a necessária protecção, visão, direcção, instrução e correcção para o corpo funcionar de forma própria. O presbitério é "apontado" não de forma democrática, através de votações, mas teocraticamente. Não é uma democracia, mas é uma teocracia.

 

Em Actos 4:32-35 vemos o poder da vida da igreja local. Era um o coração e a alma da multidão dos que criam – as necessidades eram supridas; a ressurreição do Senhor Jesus foi demonstrada com grande poder; em todos eles havia abundante graça e Deus os acrescentava em número.

 

I Coríntios 14:26 clarifica a vida da igreja local, à medida que os santos se juntam corporeamente: "...quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação".

 

Precisamos aprender a viver e a movermo-nos, não como "músicos individuais", mas como "músicos de orquestra", trabalhando e fluindo juntos de modo a que produzamos um som agradável a Deus.

 

A Igreja da Cidade

Deus só reconhece uma igreja em cada cidade. As epístolas de Paulo foram escritas à igreja (singular) de Corinto, Éfeso, Filipos, Galácia, Colossos e Tessalónica. Estas igrejas de cidade eram compostas por milhares de crentes que se reuniam nos templos, sinagogas e casas, mas eram uma só igreja unida aos olhos de Deus. Paulo repreendeu a igreja da cidade de Corinto pela sua carnalidade e imaturidade, porque eles estavam permitindo a entrada da divisão e contenda (I Coríntios 1:10-13; 3:1-6).

 

Embora mais de 2000 anos tenham passado, somente os nomes mudaram. Em vez de Apolo, Paulo, Cefas ou Cristo, a mesma imaturidade divide as nossas cidades em grupos denominacionais ou sectários. Mas só há um verdadeiro remanescente, uma igreja verdadeira e que transcende todas as barreiras que o homem levanta. O senhorio de Jesus Cristo é o fundamento.

 

O Senhor está trabalhando nesta hora com uma espada na mão, para separar o verdadeiro do falso, as ovelhas das cabras, o trigo do joio.

 

O Senhor Jesus continua a interceder pela unidade do Seu Corpo (Hebreus 7:25) e nestes últimos dias, Deus irá levantar uma igreja gloriosa unida. Ele colocou todos os recursos do Reino necessários, dentro das nossas cidades. Todas as finanças, habilidades e graça necessária para ganhar as nossas cidades para Cristo, têm sido providenciadas. É tempo de nos unirmos em fé para que de novo possamos ver o poder celestial ser liberto sobre a igreja (Actos I e 2).

 

A Igreja Universal

Finalmente, todas as igrejas verdadeiras de Deus, juntas, formam a "Igreja" universal, que é o "Corpo", sendo Jesus o Cabeça (Efésios 1:20-23). É a preciosa Noiva com quem o Senhor se unirá nas bodas do Cordeiro (Apocalipse 19). Os santos de Deus, precisam ter uma consciência do templo do Senhor na sua totalidade. Com esta finalidade, todos nós estamos a trabalhar para apresentar a Cristo uma Noiva sem mancha ou ruga (Efésios 5:27).

 

Estabelecimento do reino de Deus

Toda a autoridade governamental é ordenada e estabelecida por Deus (Romanos 13:1-7). Quer na instituição da família, da igreja, das autoridades civis ou comércio, Deus é o consumador da nossa fé. Foi Deus quem começou todo o trabalho na altura da criação (Génesis I a 3). Ele estabeleceu os princípios para o governo civil, para o próprio Jesus e para edificar a Sua Igreja (Mateus 16:18). "Do Senhor é a terra e a sua plenitude" (Salmos 24:1).

 

Desde o princípio, Deus revelou o Seu propósito ao criar o homem. Deu-lhe domínio sobre toda a criação e delegou-lhe autoridade para governar e reinar sobre toda a terra. Embora esse governo e reino fosse temporariamente perdido através da queda do homem – Adão – foi novamente restaurado por um homem – Jesus Cristo – (Romanos 5:12-21). Jesus Cristo é agora Rei de todos os reis (terrenos) e Senhor dos senhores. O Seu Reino é uma extensão da Sua majestade. Ele começou o Seu ministério terreno pregando o evangelho do reino. Até hoje, este evangelho está em funcionamento, através da igreja, para trazer salvação ao homem caído, para trazer os princípios de governo de Cristo às instituições da sociedade ordenadas por Deus, e trazer a autoridade de Cristo contra os espíritos rebeldes (Mateus 28:18-20). Por outras palavras, estamos aqui para implantar o Reino de Deus. Não temos uma mentalidade de "escape" mas de "Venha o Teu Reino, seja feita a Tua vontade".

 

Em Efésios 1, o apóstolo Paulo ora por nós, para que recebamos a revelação da "herança dos santos".(Romanos 8:17) e o nosso destino repousa no facto de governarmos e reinarmos com Ele, sobre as nações (Apocalipse 1:6; 3:21; Lucas 22:28,29; II Timóteo 7:14; Apocalipse 21 e 22).

É grande prazer do Pai dar-nos o Reino. Nós somos co-herdeiros com Cristo

 

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